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Dança

OCUPAÇÃO TODOS OS BAILES NA OLIDO

Galeria Olido recebe para a Virada Cultural uma ocupação de dança em seus corredores, com diversas manifestações de danças urbanas e de bailes. Passinho, locking, popping, groove e batalhas de bboys ditam o ritmo da pista.

Local: Centro Cultural Olido

Data: 13.12

Horário: 12h

ÀIYÊ BALÉ

Apresentado pela primeira vez na Virada Cultural de 2018, o espetáculo Àiyê Balé chamou bastante atenção do público por suas características peculiares aos olhares costumeiros do balé. A cada entrada das bailarinas, uma grande roda se formava e o olhar do público não passava imperceptível aos movimentos, ao mesmo tempo clássicos e contemporâneos, que as bailarinas executavam em meio ao cenário urbano do centro de São Paulo. Em 2020, o grupo promete surpreender mais uma vez o público da Virada.

Local: Av. São João X Av. Ipiranga

Data: 12.12

Horário: 18h / 18h50 /19h20

PALANCAS NEGRAS

A relação ancestral entre o Brasil e a Angola é inestimável e as culturas continentais se conversam em vários aspectos. Nesse sentido, o grupo de dança Palancas Negras, composto por oito estudantes angolanos, constrói uma apresentação com elementos culturais que permeiam a cultura de matriz africana existente no Brasil e elementos da cultura tradicional da Angola. Assim, o diálogo desses países é evidenciado e demonstrado por meio da comunicação corporal que a dança promove.

Local: Centro de Culturas Negras

Data: 12.12

Horário: 20h

SUBTERRÂNEO

O Gumboot é uma dança sul-africana em que os dançarinos utilizam botas de borracha para produzir sons enquanto executam coreografias batendo com os pés e com as mãos, produzindo uma comunicação potente e poética. O ritmo é marcado pela batida nas botas e pelas canções. O grupo é destaque na cena brasileira por ser o único no país a trabalhar esta dança.

Artista/Coletivo: Gumboot Dance Brasil

Local: Teatro Paulo Eiró

Data: 12.12

Horário: 21h

MAUTARI E TVS (BEATBOX)

A arte do beatbox ganha novos contornos neste musical, sem deixar de lado a sessão clássica de rima de improviso comum ao estilo.

Local: Centro Cultural Vila Itororó

Data: 13.12

Horário: 13h

NETOS D'ÁFRICA

Grupo de artistas africanos que transita nas linguagens de dança, moda e música. Sua apresentação mistura estilos do continente africano com os estilos presentes no território brasileiro, numa ação de intercâmbio cultural e empoderamento do povo preto.

Local: Centro de Culturas Negras

Data: 13.12

Horário 00h

CONTOS QUE DANÇAM

A bailarina clássica, pesquisadora especialista em saúde pública e criadora de métodos para babyclass Paola Bartolo conta e dança contos de fadas. A aula-espetáculo é direcionada para crianças a partir de dois anos. A história é contada e cada personagem origina uma música e uma dança estruturada na metodologia Prima Ballerina (a criança como protagonista), criada por Paola.

Artista/Coletivo: Paola Bartolo

Local: Centro Cultural Santo Amaro

Data: 13.12

Horário 15h

CANTEIRO DE OBRA

Espetáculo de dança que aborda questões como as relações de trabalho, a importância dos operários na construção civil para a sociedade como um todo, as famílias emigrantes e seus descendentes e a capacidade de cada sujeito em preservar sua origem cultural, independentemente de sua ocupação profissional.

Artista/Coletivo: Cia brasilica e Deca Madureira

Local: Pista de Skate - Casa de Cultura Vila Guilherme - Casarão

Data: 13.12

Horário: 13h

PALCO DANÇA VERTICAL

A Virada Cultural 2020 apresenta alguns dos principais artistas da dança vertical do Brasil, com espetáculos transmitidos ao vivo para a web. Transformando prédios e a Ponte Estaiada em palcos, as apresentações invertem o olhar do público para um local da cidade antes pouco observado, e que agora ganha movimentos de dança e circo.

Artista/Coletivo: Diálogos acrobáticos, Cia La Folia, Cia Base, Black Circus

Data: 12.12

Horário:
17h Cidade dos Anjos
18h Cia Base
19h Cia La Folia
20h Black Circus
21h Diálogos acrobáticos
22h Cia Base
LIVRE [Dança] [PRESENCIAL E ON-LINE]
Local: Edifício Matarazzo (Prefeitura)


Data: 13.12

Horário:
9h Diálogos acrobáticos
10h Cia La Folia
11h Cia Base
12h Black Circus
LIVRE [Dança] [PRESENCIAL E ON-LINE]
Local: Biblioteca Mário de Andrade

14h Diálogos acrobáticos
15h Cia La Folia
16h Cia Base
17h Black Circus
LIVRE [Dança] [PRESENCIAL E ON-LINE]
Local: Edifício Martinelli

JAM DE DANÇAS URBANAS COM FAMÍLIA FK E THE FUNK MEN CREW

Organizada pelos grupos de Família FK e The Funk Men Crew, a Jam de danças urbanas consiste na proposta de incentivar os jovens a praticarem a arte da dança, celebrar se divertir e aprender no contexto social e coletivamente.

Local: Casa de Cultura Brasilândia

Data: 13.12

Horário: 15h30

ÀIYÊ BALÉ

Apresentado pela primeira vez na Virada Cultural de 2018, o espetáculo Àiyê Balé chamou bastante atenção do público por suas características peculiares aos olhares costumeiros do balé. A cada entrada das bailarinas, uma grande roda se formava e o olhar do público não passava imperceptível aos movimentos, ao mesmo tempo clássicos e contemporâneos, que as bailarinas executavam em meio ao cenário urbano do centro de São Paulo. Em 2020, o grupo promete surpreender mais uma vez o público da Virada.

Local: Av. São João X Av. Ipiranga

Data: 13.12

Horário: 15h / 15h50 / 16h20

SUBTERRÂNEO

O Gumboot é uma dança sul-africana em que os dançarinos utilizam botas de borracha para produzir sons enquanto executam coreografias batendo com os pés e com as mãos, produzindo uma comunicação potente e poética. O ritmo é marcado pela batida nas botas e pelas canções. O grupo é destaque na cena brasileira por ser o único no país a trabalhar esta dança.

Artista/Coletivo: Gumboot Dance Brasil

Local: Teatro Paulo Eiró

Data: 13.12

Horário: 18h

ENQUANTO DORMEM OS TEATROS - Episódio 10 - Luana Bezerra

Como artistas do universo da dança vêm se adaptando longe dos palcos e das salas de ensaio, em tempos de isolamento social?

Episódio 10 - Luana Bezerra

Local: Sesc Pinheiros

Data: 13.12

Horário: 18h

EXIBIÇÃO DO ESPETÁCULO: OBA NU MUN

Oba Nu Mun é uma dança que busca no fluxo uma estratégia de ser. Parte de objetos, registros diversos e relatos de memória de uma avó, natural de um Japão Pós-Guerra, para encontrar uma dramaturgia do corpo que evidencie o embate de culturas presente na relação com sua neta. Na obra vemos um corpo em fluxo, lidando com imagens, gravações, documentos e objetos carregados de memória. O documento é uma evidência fixa e real da memória, um momento cristalizado e captado dentro do fluxo da vida. Referência imediata a um outro tempo e espaço. Em contato com o corpo em movimento revela a impermanência da vida, como se o movimento fosse abrindo camadas de percepção. Lente de aumento sobre o próprio correr do tempo.

Artista/Coletivo: Lúcia Kakazu

Local: Oficina Cultural Oswald Andrade

Data: 12 e 13.12

Horário: 20h